Menu

Publicações com a tag:

“Samuel Beckett"

Publicações com a tag:

“Samuel Beckett"

Reportagem

Autor que fundou a dramaturgia moderna, Samuel Beckett (1906–1989) terá sua obra recriada em um espetáculo de teatro de rua, no Centro de Porto Alegre, com a intenção de aproximá-lo do público. Mas a ideia não é facilitar o conteúdo, simplificando seus textos. Pelo contrário: os atores estarão fisicamente perto dos espetadores, com a ideia de apresentar um Beckett mais sensorial, sem deixar de lado seus principais escritos. Leia mais

Reportagem

Beckett legítimo

12.3.2015  |  por Fábio Prikladnicki

Não seria exagero dizer que Sandra Dani valeu-se de quatro décadas como atriz para viver a palavrosa e inesquecível Winnie, de Oh, os belos dias, de Beckett, peça que estreia temporada hoje (12/3) no Teatro Renascença, em Porto Alegre. Antes, o público da capital havia tido apenas uma curta oportunidade de assistir a esta montagem paulista do diretor Rubens Rusche, em três sessões no Porto Alegre Em Cena de 2013. Leia mais

Reportagem

Em cena, três mulheres. Imóveis. Na penumbra. Em três tempos diferentes. A atriz Paula Spinelli fala sobre suas descobertas e surpresas diante de fatos. Juliana Galdino comenta suas dores, medos e fragilidades, e por fim, Nathalia Timberg narra o enfrentamento da morte. “Infância, fase adulta e velhice coexistem no palco”, explica o diretor Roberto Alvim sobre o espetáculo Tríptico Samuel Beckett. Leia mais

Reportagem

No Rio de Janeiro, Roberto Alvim se notabilizou como importante incentivador da nova dramaturgia brasileira. A mudança para São Paulo, onde fundou sua companhia, a Club Noir, fez com que seu trabalho ganhasse inegável densidade. Alvim seguiu destacando autores pouco difundidos no Brasil e passou a se apropriar de textos em encenações marcadas por assinatura vigorosa. O diretor vem investindo em montagens sintéticas (não costumam durar mais de uma hora), como se procurasse extrair o sumo das obras escolhidas ao invés de apresentá-las em suas integridades. As refinadas articulações realizadas a partir dos textos e a reduzida, mas precisa, iluminação são elementos que evidenciam uma proposta teatral que exige disponibilidade do espectador, confrontado com um ritmo consideravelmente menos acelerado que o vapt-vupt contemporâneo. Leia mais

Crítica

Despidos da máscara da representação, ainda assim os gestos e as falas não traem a qualidade da presença de palco desses corpos amadurecidos pelas artes da dança, do teatro e, tangencialmente, do cinema. Ocupando duas cadeiras no centro de um auditório do Sesc Pinheiros, numa tarde paulistana da semana passada, o letão Mikhail Baryshnikov, de 66 anos, e o americano Willem Dafoe, de 59 anos, mostram-se pacientes, conscienciosos e bem-humorados diante de jornalistas ávidos pelas razões que os movem em The old woman (A velha), em turnê latino-americana por São Paulo, Rio de Janeiro e Buenos Aires até este mês. Leia mais

Artigo

No poema Eterno, o modernista Carlos Drummond garante: “E como ficou chato ser moderno./ Agora serei eterno”. Podemos parafrasear o dito e registrar: nada mais antigo que o moderno, agora queremos ser pós-modernos. E, se o assunto for teatro, seremos então pós-dramáticos. Mas correríamos o risco de jogar fora o bebê com a água do banho ao entender o período pós-dramático, iniciado nos anos 1970, como se fosse de ruptura completa com a história do teatro – desde os gregos. Leia mais

Reportagem

De repente, um romeno se torna o autor mais popular do teatro brasileiro. Há um ano, Matéi Visniec era praticamente um desconhecido no País. A recente edição de suas obras em português, porém, parece ter despertado um séquito de interessados em sua dramaturgia. Durante o Festival de Curitiba, a maior vitrine das artes cênicas nacionais, o escritor merece duas montagens: 2 x Matei, dirigida por Gilberto Gawronski, e Espelho para cegos, versão de Marcio Meirelles. Em São Paulo, a tônica não é diferente. Estreia na cidade História do comunismo contada aos doentes mentais, com encenação de Miguel Hernandez e André Abujamra. Leia mais