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“Cia. dos Atores"

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“Cia. dos Atores"

Crítica

Passional até a medula, o irlandês Oscar Wilde (1854-1900) teria muito a transgredir em relação aos embates sujeito-desejo nas sociedades globalizadas e por vezes tão conservadoras como aquelas surgidas em parte da Europa após a Revolução Industrial no século 19. O desencantamento com o falso moralismo jamais o impediu de viver o amor até as últimas consequencias. Estivesse presente, o autor de romance único (O retrato de Dorian Gray), nove peças e muitos contos e poemas brandiria sua pena diante das reações ainda violentas, arcaicas e caretas no campo das preferências sexuais. Leia mais

Crítica

Natural que, ao longo do ano, as opiniões sobre o que houve de marcante passem a convergir em direção a um número reduzido de obras. Chegado o tempo de olhar para trás e refletir, alguns títulos chamam inevitavelmente a atenção e outros, mesmo que tenham causado impacto no momento, terminam relegados a certo esquecimento. Costuma ser assim. Mas 2014 tem algo de atípico. Ao menos na cena teatral. São raras – se não inexistentes – as unanimidades. Os debates da crítica especializada menos apaixonados. Leia mais

Nota

Cerca de 7 mil pessoas acompanharam os 25 espetáculos e as atividades formativas e reflexivas do 21º Fentepp, o Festival Nacional de Teatro de Presidente Prudente, que terminou no sábado (29/11) após nove dias de programação. A região do oeste paulista recebeu núcleos artísticos de ponta da capital e do país, como a Cia. Oficina Uzyna Uzona, dirigida por José Celso Martinez Correa), e a conjunção Centro de Pesquisa Teatral (CPT) e Grupo de Teatro Macunaíma, respectivamente coordenado e dirigido por Antunes Filho, e a Cia. dos Atores, do Rio. Leia mais

Nota

Após romper parceria com a Prefeitura de São José do Rio Preto para a organização do Festival Internacional de Teatro, o FIT Rio Preto (entre 1992 e 2013), o Serviço Social do Comércio em São Paulo, o Sesc SP, centra forças no Festival Nacional de Teatro de Presidente Prudente, o Fentepp, cuja 21ª edição acontece de 21 a 29 de novembro. O protagonismo da instituição no interior paulista em encontros de porte nesse segmento é evidenciado ainda pela realização bienal do Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas de Santos, o Mirada, como transcorrido em setembro passado. Leia mais

Crítica

Conselho de classe explicita a urgência do seu tema com o mesmo pulso experimental dos melhores momentos da Cia. dos Atores em duas décadas e meia. O espetáculo é cirúrgico nos descaminhos da educação ao projetar o microcosmo de uma escola pública sob a ótica dos seus professores, ponte entre aprendiz e sociedade – se esta assim o desejasse. Do diagnóstico alarmante ao rancor seria um triz. Mas o quadro é mais complexo do que a realidade pinta. É sobre ela, realidade, que os criadores incidem dialeticamente, chamando o espectador à assembleia cidadã sem ungi-lo para tal. Um sistema de linguagem bem urdido dá conta disso justamente a partir das precariedades material e pedagógica expostas. E nos deparamos com o tamanho da resignação no país de Paulo Freire, Darcy Ribeiro ou Milton Santos que tanto se indignaram. Leia mais

Crítica

O 9º Festival Palco Giratório Sesc/POA encerrou no domingo (25/5), após três semanas de programação. As leituras dos espectadores sobre as tendências que apareceram no evento dependem da grade que cada um programou para si. Os espetáculos a que assisti mostraram uma renovação do teatro político com a busca de dramaturgias brasileiras – ou estrangeiras bastante adaptadas. No esforço de dialogar com a realidade social, o particular se sobressai ao universal, o que é uma boa notícia, já que a categoria do universal sempre foi uma construção ideológica. Seria equivocado atribuir esse fenômeno às manifestações de junho de 2013, já que diversas peças foram criadas anos antes. É mais provável se tratar de uma feliz coincidência. Leia mais

Reportagem

O interesse de contar uma história sobre um filho que esquarteja o pai é o mesmo de escutá-la? O sadismo tão presente em filmes – como dos diretores Quentin Tarantino e dos irmãos Coen – é o mesmo que provoca o espectador na peça Cine-monstro. A montagem, traduzida por Bárbara Duvivier e pelo diretor Enrique Diaz do original Monster (1998), do canadense Daniel MacIvor, ocorre neste sábado, às 21h, e domingo, às 18h, no Theatro São Pedro, em Porto Alegre. Leia mais