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Publicações com a tag:

“Fernando Marques"

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Artigo

Ao comentar a obra de Ferreira Gullar em artigo de 2004, falamos nas “alterações de rota sucessivas, no que se pode chamar de incoerência produtiva, dialética”. Essas mudanças de rumo ressaltam na trajetória do poeta, crítico de arte e literatura, cronista e dramaturgo José Ribamar Ferreira. Leia mais

Crítica Militante

A personagem vive

9.9.2016  |  por Fernando Marques

Antes de chegar a Trinta gatos e um cão envenenado, espetáculo mostrado recentemente em Brasília, que voltará em novembro, algumas reflexões vadias sobre teatro. Pode ser? Leia mais

Crítica Militante

Saudação a Sábato

2.8.2016  |  por Fernando Marques

Mineiro de Belo Horizonte que se mudou para o Rio de Janeiro em 1948, radicado em São Paulo desde 1953, jornalista, professor, autor de 18 livros, o crítico e historiador de teatro Sábato Magaldi (1927-2016) morreu a 14 de julho, aos 89 anos. Importa delinear sua figura, situando-a na paisagem das ideias. Mas devemos evitar o tom melancólico: trata-se de uma vida plenamente realizada. Há pessoas que a morte não dobra, e Sábato acha-se nesse caso. Leia mais

Crítica Militante

A morte é fértil

20.7.2016  |  por Fernando Marques

O sentido instável, múltiplo, das representações da morte na obra oceânica de William Shakespeare (1564-1616) é o assunto de Shakespeare’s dead (Shakespeare está morto), livro de Simon Palfrey e Emma Smith, professor de Literatura Inglesa e professora de Estudos Shakespearianos, ambos da Universidade de Oxford. Leia mais

Crítica Militante

Pode-se dizer da literatura – a dramaturgia, a ficção, a poesia – o que Drummond disse do amor: a palavra literária, assim como o sentimento amoroso, “não consola nunca de núncaras”. Ela se destina a fazer perguntas, mais do que a oferecer respostas, conforme sabemos. O próprio ato de indagar, no entanto, revela-se alentador porque, mesmo sem soluções à vista, já é alguma coisa reconhecer e elaborar certos problemas essenciais.

Foi assim com o dramaturgo William Shakespeare (1564-1616), com o romancista Machado de Assis (1839-1908) e com o poeta Carlos Drummond de Andrade (1902-1987), que lemos aqui em três de seus textos mais famosos e substantivos. Leia mais

Artigo

As relações entre o dramaturgo inglês William Shakespeare (1564-1616) e o pensador francês Michel de Montaigne (1533-1592), autor dos Ensaios, evidenciam-se em passagem breve, mas significativa, da comédia A tempestade, uma das últimas obras de Shakespeare, datada de 1611.[i] Os dois escritores prefiguram uma consciência política moderna, com os valores éticos a ela associados. Leia mais

Crítica

Gostaria de caminhar um pouco à volta do teatro político no país, antes de chegar ao comentário do comovente espetáculo Meninos da guerra, feito a partir de depoimentos de garotos e garotas em situação de rua ou residentes em abrigos no Distrito Federal. Leia mais