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Resenha

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Embora alguns romances do escritor, poeta, ensaísta e dramaturgo austríaco Peter Handke já tenham sido publicados no Brasil, sobretudo em décadas passadas, ele ainda é pouco conhecido por aqui. Leia mais

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As portas do teatro se abrem e o público aos poucos se acomoda. Toca o primeiro sinal. A cortina fechada estufa por alguns segundos como se alguém dentro do palco nela tivesse esbarrado. Em seguida é possível escutar o som abafado de um móvel sendo vagarosamente arrastado e sussurros, talvez dos técnicos, possivelmente um último acerto de cenário. Ao terceiro sinal, a sala escurece, a cortina se abre e… Não há absolutamente nada no palco, nenhuma cenografia. Leia mais

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Em A função da crítica (Giostri, 2014), três dos maiores nomes da crítica teatral brasileira, Bárbara Heliodora, Jefferson Del Rios e Sábato Magaldi, falam sobre o que vem a ser e para que serve a crítica teatral. Leia mais

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Na Marcha Republicana que levou cerca de quatro milhões às ruas de Paris em 11 de janeiro passado, um domingo, a companhia Théâtre du Soleil participou com sua conhecida intervenção artística ancorada na figura de uma marionete enorme. A boneca costuma representar a Justiça em evoluções manipuladas por atuadores através de hastes que a mantêm nas alturas, como se viu em 2011 na Praça Syntagma, em Atenas, em frente ao Parlamento grego, quando o povo reagiu ao pacote de austeridades do governo. Leia mais

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Será sempre um erro de perspectiva explicar a vida de um poeta pelos seus versos. Ou vice-versa, pondera o crítico literário pernambucano Álvaro Lins (1912-1970). A premissa também vale para homens e mulheres que passam décadas apreciando determinada manifestação artística e fundem-se à mesma. Na travessia das 1.224 páginas de Amor ao teatro: Sábato Magaldi (Edições Sesc) divisamos a condição primeira do espectador indissociável da prática e do pensamento do crítico obcecado pela racionalidade em seu instrumental de análise. Leia mais

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O teatro é uma arte essencialmente do ator. É a partir deste ofício que Eugênio Kusnet: do ator ao professor entrelaça o pensamento e a prática de um artista e pedagogo pouco estudado na historiografia brasileira. E o correlaciona aos avanços da fase de modernização da atividade cênica no país; no caso do legado em foco, a partir do início da década de 1950. Leia mais

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Inevitável a analogia da obra de Lenise Pinheiro com a de Fredi Kleemann (1927-1974). Ela está para o Teatro Oficina Uzyna Uzona, do reflorescimento do grupo no início da década de 1990 até os dias de hoje, assim como o ator e fotógrafo – nascido na Alemanha e chegado ao Brasil aos seis anos – está para a companhia Teatro Brasileiro de Comédia (1948-1964). Cada um a seu modo, contracenaram profissional e intimamente com as gerações de artistas que frequentaram, respectivamente, as ruas Major Diogo e Jaceguai, no Bexiga paulistano, em diferentes momentos históricos que as fotos de cena e dos bastidores testemunharam com as singularidades de seu tempo. Leia mais