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Reportagem

Com um dos seis encontros temáticos agendados para a data de aniversário dos 461 anos da cidade, o Seminário São Paulo – Cena Contemporânea convida “o teatro a pensar a metrópole e a metrópole a pensar o teatro”, nas palavras dos organizadores ligados à Escola Superior de Artes Célia Helena (ESCH). Seu palco do bairro da Liberdade abrigará discussões em torno de produção em dramaturgia, atuação dos críticos, formação de atores, políticas públicas de financiamento, ocupação de espaços alternativos e tensão entre especulação imobiliária e constituição de espaços teatrais. Sempre com entrada franca. Leia mais

Crítica

Os intercâmbios entre companhias pernambucanas com outros grupos de fora do Estado e do País têm possibilitado a criação de espetáculos de relevantes propostas cênicas, nos últimos anos. A mais recente montagem, primeira estreia do Janeiro de Grandes Espetáculos, é Pangeia, trabalho dos grupos Acaso e Limiar (Galícia) que une dança, música e teatro numa encenação extremamente contemporânea. O espetáculo, que reflete um amadurecimento da companhia pernambucana, foi encenado sábado (17) e domingo (18) no Teatro Hermilo Borba Filho. Leia mais

Reportagem

Inspirado na obra da dramaturga inglesa Sarah Kane, a companhia Teatrofídico estreia Cadarço de sapato ou ninguém está acima da redenção na segunda-feira, 21/1, no Teatro Sesc Centro, dentro da programação do Porto Verão Alegre. Leia mais

Reportagem

O pesquisador Antenor Fischer, 55 anos, se dedicou a um trabalho de formiguinha nos últimos anos em dedicação à memória do teatro do estado. Ele desenvolveu o Dicionário de autores da literatura dramática do Rio Grande do Sul (Fischer Press, 2014, 350 págs., R$ 70) durante o programa de pós-doutoramento sob a orientação do professor doutor Luís Augusto Fischer, da Ufrgs – que, apesar do sobrenome, não é parente do autor. “Pode-se, agora, continuar discutindo a qualidade artístico-literária das peças teatrais, mas jamais a quantidade”, avisa o pesquisador. Leia mais

Reportagem

A dramaturgia sueca é mais conhecida no Brasil sob a ótica masculina. Basta citar expoentes como August Strindberg (1849-1912), Ingmar Bergman (1918-2007) ou Lars Norén, frequentes nos palcos do país. Agora, uma voz feminina ecoa da paisagem nórdica vista dos trópicos: a de Sara Stridsberg, de 42 anos, cuja peça Dissecar uma nevasca (2012) está em cartaz em São Paulo. Leia mais

Crítica

A verdade sobre os fatos pouco importa. O que é fundamental no convencimento do interlocutor é a maneira de como uma história é contada – ou, aliás, bem contada. É dessa perspectiva que parte Maldito coração, me alegra que tu sofras, monólogo da atriz Ida Celina, dirigido por Mauro Soares e encenado nos dias 15 e 16/1 no Teatro Marco Camarotti. A peça, umas das três atrações que marcaram a abertura do Janeiro de Grandes Espetáculos, no Recife, é um apurado exercício de dramaturgia reforçado por uma interpretação precisa e humor de bom gosto, na narrativa de uma amor doloroso e engraçado. Leia mais

Crítica

Para ler ao som de Because, The Beatles, acesse aqui.

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Certamente, para muitos artistas de teatro, escolher um texto e levá-lo à cena significa percorrer um caminho bastante habitual em que vivenciam etapas como realizar leituras de mesa ou procedimentos de análise ativa, dividir personagens, decorar falas, etc. Porém, para alguns grupos, especialmente aqueles criados sob o signo do processo colaborativo ou da criação coletiva, em que a cena e as improvisações dos atores ajudam a compor o texto, o caminho descrito acima se mostra como uma nova e arriscada aventura. Para o grupo mineiro Teatro Invertido, que comemora uma década de trabalho continuado, experimentar essa rota “do texto à cena” se colocou como a possibilidade de descobrir novos desafios e gerar outras dinâmicas criativas para os seus integrantes. Leia mais

Reportagem

Nascido em 2010 com a missão de representar e preservar os fundamentos e os princípios do pensamento artístico do teatrólogo que lhe dá nome, o Instituto Augusto Boal marca mais um tento sobre o legado do diretor e dramaturgo exponencial das cenas brasileira e internacional do século 20 por meio do projeto inaugurado esta semana no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro. Leia mais

Crítica

O desastre inesperado que devastou Fukushima, em 2011, devastou corpos, almas, esperanças e olhares. Arrancou lágrimas, sonhos e a paz de milhares de pessoas do Japão e do mundo. No palco, o acidente nuclear continua a suscitar essa lembrança de tragédia e dor na excelente montagem Fukushima mon amour, do sempre preciso bailarino de Butoh-MA Tadashi Endo. O trabalho foi apresentado de quinta (7) a sábado (10) na Caixa Cultural Recife. Leia mais

Reportagem

Filho bastardo e adotado na infância, o francês Jean Genet (1910-1986) passou a juventude em reformatórios e prisões. Tais espaços de exclusão e respectivos ocupantes involuntários são matéria-prima de seus romances, peças e roteiros de cinema. Uma existência crua e poeticamente orientada pela perspectiva das margens social, sexual, política e econômica. Leia mais