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Crítica

Foto: Danilo Vieira

O corpo manifesto

26 de julho 2017 |
por Daniel Schenker • Rio de Janeiro

Em São José do Rio Preto

Espetáculo aberto a múltiplas possibilidades de interpretação, And so you see… – assinado pela coreógrafa sul-africana Robyn Orlin e mostrado na última edição do Festival Internacional de São José do Rio Preto – é um trabalho de natureza política. Leia mais

Crítica

Foto: Danilo Vieira

No terreno das emergências

24 de julho 2017 |
por Daniel Schenker • Rio de Janeiro

Em São José do Rio Preto

A necessidade de abordar a realidade inflamada de maneira direta parece nortear duas montagens de rua apresentadas na recém-encerrada edição do Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto: Tekoha – Ritual de vida e morte do Deus Pequeno, do Teatro Imaginário Maracangalha, de Campo Grande (MS), e Terra abaixo, rio acima, da Cia. Cênica, de Rio Preto (SP). Leia mais

Crítica

Foto: Leekyung Kim

O desencanto regurgitado

26 de junho 2017 |
por Valmir Santos • São Paulo

O ascensorista de Refluxo, Dário, pode ser lido como uma síntese do camponês e do guarda da parábola Diante da lei, que Franz Kafka escreve na forma de conto e depois incorpora ao romance O processo. Ao transcrever a obra ao cinema, Orson Wells transformou a parábola em prólogo. Leia mais

Crítica

Foto: Alê Mandu

“Nós sobrevivemos, Copi”

07 de junho 2017 |
por Mateus Araújo • Recife/São Paulo

Trinta anos separam a morte do argentino Copi e a revisita do Teatro Kunyn à sua vida e obra com a peça Desmesura, que estreou em São Paulo em maio. O ator, diretor, dramaturgo e ilustrador morreu na França, em dezembro de 1987, em decorrência de complicações da Aids, não sem antes transformar a própria doença — àquela época, inevitável caminho da morte — em uma das particularidades e um dos eixos de sua escrita. Leia mais

Crítica

Foto: Claudinei Nakasone

Humor cáustico e linguagem em xeque

28 de maio 2017 |
por Beth Néspoli • São Paulo

Toda arte performática se constitui como processo dinâmico entre entretenimento e eficácia. O argumento é de um dos mais reconhecidos teóricos contemporâneos da performance, o norte-americano Richard Schechner. De acordo com ele, essas duas forças impulsionam desde o rito tribal realizado em torno da colheita ou da guerra, passando pela cena engajada ou pela experimentação radical de linguagem até os musicais da Broadway.

Evidentemente o que se considera eficácia muda ao longo dos tempos e das vertentes. No entanto, ainda na visão de Schechner, em qualquer época, a arte teatral floresce quando essas forças estão presentes em igual medida. Pois é possível dizer que se deve ao equilíbrio entre tais polos a fruição prazerosa proporcionada pelo espetáculo Uma peça por outra, de Jean Tardieu (1903-1995), na montagem do Grupo DasDores de Teatro. Leia mais

Crítica

Foto: Filipe Ferreira

A arte é neta de Deus?

23 de maio 2017 |
por Fernando Marques • Brasília

Em Lisboa

As imagens em preto e branco projetadas ao fundo da cena misturam, à esquerda, pessoas em trajes comuns a outras portando chapéus extravagantes, como os que serão usados no espetáculo. À direita, prédios assinalam a cidade. Estacas de metal, verticais, tomam grande parte do palco para compor o ambiente de Inferno, uma das três seções do poema épico A divina comédia, de Dante Alighieri (1265-1321). A primeira jornada do poema transforma-se em montagem da companhia portuguesa O Bando, sob a direção de João Brites. Leia mais

Crítica

Foto: Filipe Ferreira/TNDM II

Crônica da crise

29 de abril 2017 |
por Fernando Marques • Brasília

Em Lisboa

Falo sobre dois espetáculos completamente diferentes entre si, vistos há poucos dias na capital portuguesa. No Teatro Nacional D. Maria II, Bacantes – prelúdio para uma purga anuncia-se como feito “a partir de Eurípides”. O anúncio parece paródico ou irônico: o espetáculo, ai de nós, nada tem daquele autor grego. Leia mais

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