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Artigo

Foto: Denise Jácomo

O ator e diretor Amir Haddad (RJ), ao lado do diretor e ator Pedro Vilela (PE) e da atriz Ana Ferreira (PR) na abertura do III Congresso Brasileiro de Teatro, em Goiânia

As insurgências do presente

18 de agosto 2016 |
por Valmir Santos • São Paulo

Em Goiânia

Nestes dias e horas do “pra frente Brasil” olímpico, com atletas batendo continência nos pódios – 31% deles são oficiais das Forças Armadas –, o III Congresso Brasileiro de Teatro proporcionou um tempo e espaço diversos da onda de retrocessos sob a bandeira do “ordem e progresso” do governo interino. O encontro aconteceu em Goiânia, de quinta a domingo passados. A discussão sobre a crise política institucional e a luta por políticas públicas para as artes e a culturas não ignoraram ações propositivas na esfera da criação propriamente dita e feita. A instância poética foi levada em conta nos debates e nos documentos gerados coletivamente. Leia mais

Crítica

Foto: Caio Gallucci

Fluxorama, direção de Monique Gardenberg (atriz Marjorie Estiano)

‘Fluxorama’, a ordem e o sentido das palavras

17 de agosto 2016 |
por Maria Eugênia de Menezes • São Paulo

Já se passou uma década desde sua estreia. Mas Jô Bilac continua a ser apresentado como um jovem e promissor dramaturgo carioca. E, não raras vezes, como herdeiro direto de Nelson Rodrigues, um enfant terrible, a emular o estilo e o humor do autor de Vestido de noiva. Fluxorama, obra atualmente em cartaz no Sesc Ipiranga e que já mereceu montagens anteriores, não vem para negar os rótulos que se colaram à persona de Bilac. Leia mais

Artigo

Foto: Pierre Bernard

Esperando Gordô, direção de Marcelo Gianini, com a Cia. Lona de Retalhos, as palhaças Batatinha (Carina Prestupa) e Chocolate (Thais Póvoa)

O teatro e as crianças

16 de agosto 2016 |
por Dirce Waltrick do Amarante • Florianópolis

É um lugar-comum a afirmação de que, para a sobrevivência do teatro, é preciso que as crianças sejam levadas a pantominas e a outros entretenimentos como uma introdução às apresentações ao vivo; afinal, elas serão os futuros espectadores. Leia mais

Artigo

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Centro Cultural Banco do Brasil expõe retrospectiva sobre a vida e obra do dramaturgo carioca, Augusto Boal, que atuou também como diretor, professor e ensaísta (Tomaz Silva/Agência Brasil)

‘A tempestade’ conta Boal no exílio

15 de agosto 2016 |
por Patricia Freitas • Santos/São Paulo

I – Retrospecto histórico de um teatrero subversivo

1974: Augusto Boal, já com 43 anos e bastante consagrado no Brasil por sua atuação como diretor do Teatro de Arena de São Paulo, adapta uma das peças mais importantes e controversas da história do teatro mundial: A tempestade, de Shakespeare. Leia mais

Crítica

Foto: Aline Macedo

A floresta que anda, direção de Christiane Jatahy, com Cia. Vértice

Nós, a floresta

12 de agosto 2016 |
por Clarissa Falbo • Recife

Na nova encenação da Cia. Vértice, A floresta que anda, dirigida por Christiane Jatahy, de fato TUDO se move. Todos são mesmo obrigados a se mexer. Público, personagens presentes ou simbolizados, cenários. Até a atriz corporificada exala e ilustra movimento. Leia mais

Crítica

Foto: Ronaldo Gutierrez

Gata em telhado de zinco quente, direção de Eduardo Tolentino de Araujo, com Grupo Tapa (Augusto Zacchi e Bárbara Paz)

O Tapa e a renovada sedução pela palavra

10 de agosto 2016 |
por Daniel Schenker • Rio de Janeiro

O Grupo Tapa caminha numa certa contramão em relação ao painel da cena de hoje. Segue apostando no chamado teatro de texto, calcado na relevância da palavra. A montagem de Gata em telhado de zinco quente, atualmente em cartaz no Teatro I do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), no Rio de Janeiro, confirma a linha de atuação do Tapa, no que diz respeito à escolha de uma dramaturgia de peso (agora, Tennessee Williams), cuja qualidade é realçada diante do público. Leia mais

Crítica

Foto: João Wainer

Gata em telhado de zinco quente, de Tennessee Williams, direção de Eduardo Tolentino de Araújo (Augusto Zacchi e Barbara Paz)

Concerto para trapos, cifras e silêncios

09 de agosto 2016 |
por Gabriela Mellão • São Paulo

Uma propriedade de luxo feita de trapos. É neste paradoxo que se enredam os nós da família de latifundiários de algodão apresentada por Eduardo Tolentino em sua versão de Gata em telhado de zinco quente, de Tennessee Williams, em cartaz no CCBB do Rio de Janeiro após a estreia paulista. Leia mais