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Encontro com o espectador

Foto: Fiac Bahia / Leonardo Pastor

Hamlet, os Guimarães e Aragão: todo ouvidos

26 de janeiro 2018 |
por Teatrojornal

No texto que se segue, o leitor pode acompanhar o diálogo entre os críticos Valmir Santos e Beth Néspoli com o ator Emanuel Aragão sobre o solo Hamlet – Processo de revelação, espetáculo escolhido para participar do 8º Encontro com o Espectador, ação do site Teatrojornal – Leituras de Cena, realizado no Ágora Teatro, em março de 2017. Leia mais

Encontro com o espectador

Foto: Wanderley Costa Lima

Cacá Carvalho e o futuro que aí está

20 de janeiro 2018 |
por Teatrojornal

Acompanhe o diálogo editado da 7ª edição do Encontro com o Espectador ocorrida em 30 de janeiro de 2017, no Ágora Teatro, em São Paulo, com o ator Cacá Carvalho e o cenógrafo, figurinista e aqui coordenador artístico Márcio Medina. Eles conversaram com o público e os críticos Welington Andrade, da revista Cult, e Valmir Santos, deste Teatrojornal, em torno do solo A próxima estação – um espetáculo para ler, que cumpriu temporada no Sesc Pinheiros de 10 de novembro a 17 de dezembro de 2016.  Leia mais

Entrevista

Foto: Bob Sousa

O trabalho da crítica segundo Mariangela

15 de janeiro 2018 |
por Valmir Santos • São Paulo

A crítica e ensaísta Mariangela Alves de Lima nasceu em São Paulo há 70 anos, no bairro central da Bela Vista. Por volta dos 6 anos os pais se mudaram para Piracicaba, no noroeste paulista, onde frequentou escola pública fundada em 1897 e então denominada Instituto de Educação Sud Mennucci, homenagem ao professor, jornalista e crítico literário formado no mesmo estabelecimento. Aos 17, ela fez o trajeto de volta para cursar jornalismo na Escola de Comunicações e Artes, a ECA, da Universidade de São Paulo, também pública. Na metade do caminho migrou para a graduação em teatro com foco em teoria e margem para a prática da crítica – equivalente hoje ao Departamento de Artes Cênicas, o CAC. Leia mais

Artigo

Foto: Adalberto Lima

Transfigurações em ‘Vau da Sarapalha’

08 de novembro 2017 |
por Kil Abreu • São Paulo

Vau da Sarapalha é espetáculo do Piollin Grupo de Teatro. Estreou em 1992 em João Pessoa (PB), fez carreira internacional e foi apresentado em mais de 40 cidades.  É considerada ainda hoje uma das montagens mais importantes quanto a uma aproximação possível do universo de Guimarães Rosa no contexto da cena contemporânea. Esta aproximação, no entanto, tem menos a ver com o respeito aos termos da literatura enquanto tal e mais com a transfiguração, em ato artístico autônomo, da narrativa roseana. Leia mais

Crítica

Foto: Karen Mezza

O Rainha Kong e os novos estandartes

30 de outubro 2017 |
por Kil Abreu • São Paulo

Ó doce irmã, o que você quer mais?
Eu já arranhei minha garganta toda
Atrás de alguma paz.
Agora, nada de machado e sândalo.
Você que traz o escândalo,
Irmã-luz
(Caetano Veloso, Escândalo)

 

Em Belo Horizonte

É sem dúvida um tempo novo. E é do olho do furacão, em uma época de notável violência contra o humano, que o palco brasileiro vai comportando as novas representações que os sujeitos sociais afirmam. A criação coletiva do grupo Rainha Kong para O bebê de tarlatana rosa, conto homônimo do carioca João do Rio (1881-1921), confirma esse raciocínio. Leia mais

Reportagem

Foto: Otávio Cardoso

Uma dor assim pungente

27 de outubro 2017 |
por Valmir Santos • São Paulo

Narrador de 12 anos sai de casa para comprar pão, na periferia leste da cidade, sofre abordagem abusiva de um policial e empreende fuga com fortes tintas de realismo fantástico.  No centro, travestis e prostitutas são igualmente vítimas de perseguição durante a ditadura civil-militar em entrecho documental que não desbotou. Vide o que se passa noutra geografia mais difusa, onde homens e mulheres soam exasperados nos lugares de fala e discursos intolerantes.

As três peças selecionadas no edital da IV Mostra de Dramaturgia em Pequenos Formatos Cênicos, iniciativa do Centro Cultural São Paulo, pintam uma realidade cortante por meio das formas de violência – as dores físicas e morais – que traumatizam as relações interpessoais e sociopolíticas nos dias de hoje. Leia mais

Galeria

Foto: Bob Sousa

Enquanto ela dormia

18 de outubro 2017 |
por Bob Sousa • São Paulo

No espaço teatral vazio, ainda sem público, atriz, diretora e equipe técnica iniciam os preparativos para mais um mergulho cênico. É nessa ambientação que chego, numa tarde de quinta-feira, empenhado em registrar o ensaio de Enquanto ela dormia, texto de Carol Pitzer, atuação de Lucienne Guedes e direção de Eliana Monteiro. O espetáculo abarca o universo feminino, seus traumas e memórias. E é a partir desse jogo entre atriz e fotógrafo que a caixa cênica – instalação vazada e claustrofóbica – dialoga com a caixa preta fotográfica. Quem irá capturar o outro primeiro? Em cartaz no Mezanino do Centro Cultural Fiesp até dia 22/10.
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