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Entrevista

A rigor, desde a quinta série a poeta e ensaísta Leda Maria Martins aprendeu como a força bruta também se impõe por meio de ações, gestos, imagens, silenciamentos e outras formas pensantes. Alguns de seus professores foram “desaparecendo” da sala de aula à medida que expressavam consciência crítica sob o tacão da ditadura civil-militar. Como contraponto a essa e a outras opressões, combatidas vida adentro, a estudante de escola pública nascida no Rio de Janeiro e crescida em Belo Horizonte teve sua formação humanística forjada nas culturas do samba carioca e do reinado/congado mineiro, fontes primárias benzidas pela mãe, Alzira  Germana  Martins, coroada Rainha de Nossa Senhora das Mercês por iniciativa dos membros da Irmandade de Nossa  Senhora do Rosário do Jatobá.

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Biocritica Fátima Saadi conta...

Biocritica - Uma questão de conta...

A vida do teatro

16.2.2021  |  por Fátima Saadi

No prólogo e no epílogo de seu livro O teatro é necessário?, o ensaísta e professor Denis Guénoun (nascido em 1946) tece uma série de considerações a respeito da vida do teatro, que, cada vez mais, ultrapassa as atividades de formação e exercício das profissões estritamente relacionadas à criação de espetáculos teatrais e se espraia pelo que antes era considerado com certo desdém pelos profissionais das artes cênicas – e também pela imprensa – como marginal, menor, utilitário ou terapêutico.[1]

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Biocritica Parágrafo Cerrado conta...

Biocritica - Uma questão de conta...

Escrever de onde os pés pisam, tatear palavras que deem a ler um tiquinho daquilo que vemos e sentimos em cena, diante do palco: este exercício de deslocamento é uma tarefa árdua, mas sempre compensa. Depois de cinco anos de estrada, esta é uma das verdades incontornáveis que aprendemos enquanto coletivo.

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Biocritica Revista Barril conta...

Biocritica - Uma questão de conta...

A energia que move o povo de teatro, esse fenômeno grandioso, esse acontecimento noturno. Porque já tínhamos morrido na praia mais de uma vez quando quisemos fazer uma revista: em geral as pessoas parecem muito ocupadas e costumam desaparecer quando um projeto coletivo independente e delirado nas mesas de bar se transforma, repentinamente, em trabalho duro.

Poderíamos dizer, assim, que a Barril começou com um acarajé na Cira – umas das baianas mais insignes do século XXI.

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Biocritica Agora Crítica Teatral conta...

Biocritica - Uma questão de conta...

A crítica de teatro no século XX foi marcada, majoritariamente, pelo caráter legislador, baseada no julgamento de valor e na busca de supostas verdades. Mesmo que a cena teatral e também a crítica tenham sofrido mudanças, o conservadorismo persiste em Porto Alegre.

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Biocritica Quarta Parede conta...

Biocritica - Uma questão de conta...

+ Bruno Siqueira, Lorenna Rocha, Liana Gesteira, Elilson, Arthur Carvalho, Adson Alves e Rodrigo Sarmento

Tomando de assalto o conhecido jargão teatral que define a parede imaginária situada entre o universo concebido no palco e as pessoas que o assistem da plateia, o Quarta Parede nasceu querendo justamente rompê-la, alimentado pelo desejo de tecer conexões mais intensivas entre artistas e público. Fundado em 2015, por Márcio Andrade e João Guilherme de Paula, ambos editores e produtores, o Quarta Parede foi criado como um portal informativo sobre teatro, compartilhando notícias, realizando entrevistas e produzindo críticas, podcasts e videocasts relacionados ao fazer teatral em Pernambuco.

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Biocritica Tribuna do Cretino conta...

Biocritica - Uma questão de conta...

Diálogo Cretino 

29.1.2021  |  por Edson Fernando

Prólogo

Diálogo autoficcional livremente baseado na trajetória do Tribuna do Cretino, projeto de crítica teatral desenvolvido na cidade de Belém do Pará, criado numa plataforma digital em 2013 como iniciativa pessoal do criador e que se transformou num projeto de extensão universitária da Universidade Federal do Pará (UFPA). Oliveira e Cretino são personagens autoficcionais que retratam uma participante ativa do projeto e o seu criador/coordenador, respectivamente. Embora a linguagem se desenvolva na coloquialidade própria da unidade de espaço definida – isto é, um boteco na periferia da cidade – e preserve, com isso, o ambiente informal e descontraído, alguns termos virão em itálico e grafados em substitutivos moderados – é o caso dos palavrões e expressões populares, por exemplo.

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